
A candidata ao Senado pela Bahia, Professora Delliana (PSOL), participou neste fim de semana de duas importantes mobilizações em defesa dos direitos e da cidadania da população LGBTQIAPN+ em Salvador. Neste sábado (5), Delliana acompanhou a 7ª Marcha Trans da Bahia e, no domingo (6), participou da 23ª Parada do Orgulho LGBT+ da Bahia, reafirmando o compromisso de sua candidatura com o enfrentamento à LGBTfobia, à homofobia e à transfobia.
Com o tema “Bahia é democracia. E na democracia não cabe transfobia”, a Marcha Trans coloca no centro do debate o direito das pessoas trans e travestis à cidadania, ao respeito e à participação plena na sociedade. Para Delliana, a defesa da democracia passa necessariamente pelo combate à violência e à discriminação contra grupos historicamente marginalizados.
“Ninguém deveria precisar lutar pelo direito de simplesmente existir. A população LGBTQIAPN+ quer aquilo que deve ser garantido a todas as pessoas: respeito, dignidade, segurança, trabalho, saúde e liberdade para viver quem é. Eu sou e continuarei sendo uma aliada dessa luta, porque não existe democracia plena enquanto pessoas são violentadas e discriminadas por sua identidade ou orientação”, afirma Delliana.
No domingo (6), a candidata também estará na 23ª Parada do Orgulho LGBT+ da Bahia, que neste ano traz o tema “Vergonha adoece. Orgulho cura!”. A mobilização chama atenção para os impactos do preconceito e da discriminação e transforma as ruas de Salvador em espaço de afirmação de direitos, visibilidade e orgulho.
Professora da escola pública, mulher negra e militante dos movimentos sociais, Delliana defende que a representatividade precisa ultrapassar o discurso e chegar efetivamente aos espaços onde são formuladas as leis e definidas as políticas públicas.
“Não queremos uma política que fale pelas pessoas enquanto continua decidindo sem elas. A comunidade LGBTQIAPN+ precisa estar nos parlamentos, nos governos e em todos os espaços onde as decisões são tomadas. Não basta reconhecer o direito de existir; é preciso garantir o direito de decidir. É essa política de participação e transformação que queremos levar ao Senado”, destaca.
Para Delliana, sua participação nos dois eventos também representa a reafirmação de uma candidatura comprometida com uma agenda de direitos humanos e com o enfrentamento a qualquer tentativa de retirada de direitos conquistados pela população LGBTQIAPN+.
A candidata defende que o Senado tenha uma atuação efetiva no combate à discriminação e à violência, além de contribuir para políticas públicas que garantam acesso à educação, saúde, emprego, renda e proteção social sem preconceito.
“Uma de nós no Senado também significa um Senado onde todas as pessoas tenham voz, respeito e direito de existir plenamente”, conclui Professora Delliana.