O sindiquímica, sindicato que representa a categoria, relatou uma série de fatores que segundo eles vem gerando grande insatisfação dos trabalhadores da empresa Tequimar, e que pode vir a gerar uma paralização que afetaria o funcionamento de empresas cuja matéria-prima dependeria do Porto da Tequimar.
O sindicato afirma que há um clima de falta de segurança no ambiente de trabalho e de medo após o grave acidente ocorrido na unidade da Tequimar em Santos–SP, em maio de 2020.
Também e acusa a direção da empresa na Bahia de ter instaurado um clima de cobranças e excesso de trabalho além de impor perdas aos trabalhadores, ameaçando acabar com a HRA (Hora de Repouso Alimentação) e promover arrocho salarial com reajuste menor que a inflação.
O Sindicato diz estar tomando as medidas cabíveis, com o acionamento da Superintendência Regional do Trabalho, o Ministério Público do Trabalho e a assembleia de acionistas.